sexta-feira, 9 de novembro de 2012

PRODUÇÃO DE TEXTO


A produção de textos em sala de aula ganhou papel relevante quando se trocou a redação, produção realizada pelo aluno, normalmente com tema proposto pelo professor, por produção de textos no ambiente escolar. Essa troca, unida a interações e propostas pedagógicas diferentes, dentro do conteúdo linguístico ,ganha considerável importância pela necessidade de tornar o aluno leitor-produtor.
Nessa perspectiva, substituir redação por produções de textos é propiciar ao aluno uma interação, um diálogo com outros textos. Provocar esse contato é importante, pois reconhece que é a partir da leitura que se aprende e se constrói identidades. 
Assim sendo, é notória a capacidade do aluno de produzir textos quando o professor faz intermediação com a linguagem (escrita e oral) por meio de discussões em sala de aula, de leitura silenciosa de outros textos, sobretudo é diante desse confronto textual que o aluno pode tomar uma decisão à frente do que foi lido.
Diante dessa discussão acerca da realização textual, vamos problematizar a respeito da intertextualidade na produção textual dos alunos do 9º Ano do Ensino Fundamental, do Colégio Estadual Teotônio marques Dourado Filho.
Visto a importância de leitura e escrita em sala de aula, professor e aluno precisam entender que um texto nasce de outro texto, ou seja, de leituras anteriores, de releituras e a escola entra nesse contexto como participante desse processo ensino/aprendizagem.
Por meio de uma leitura de diversos textos e utilizando os livros (TP) do GESTAR, nossos alunos conseguiram produzir textos com mais competências.
O PROFESSOR
Sendo assim, é necessário ter o professor como mediador na aquisição dos novos conhecimentos. E a escola é o ambiente propício para estimular os alunos a uma boa criação textual, na aquisição de competências e habilidades necessárias em suas vidas. O professor deve fazer das aulas um espaço agradável, incentivando os alunos a terem contato direto com outros textos e que estes sintam prazer pelo o que estão fazendo.
Partindo da capacidade do homem de inserir-se na leitura, escrita e de criação textual, é necessário considerar a escola como um lugar de inserção do sujeito nesse meio, já que o acesso à escrita se dá na escola e para tal cabe-lhe a função.



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